O Predador

da Serra da Mantiqueira. Era quase a hora do lusco-fusco, quando entrei pela direita em uma estradinha de terra, enquanto fazia um passeio rural com minha família, pelos arredores da cidade de São Francisco Xavier. E ao entrar por esta pequena, estreita e sinistra estrada, me deparei com a imagem de um crânio de boi pregado a uma árvore. Era um aviso, apenas uma prévia do que vinha pela frente. E a cada  avançada que eu dava  pela estrada, mais carcaças de crânios apareciam, ora penduradas em outras árvores, ora pregadas nas cercas e postes, até chegar em frente a uma cabana de madeira, que mais parecia uma galeria toda enfeitada por crânios de animais das mais variadas espécies, como se fossem troféus. E ali, sem sinal de vida alguma, nem de celular, desci do carro para fotografá-las, com um frio na espinha que me congelava até a alma. Não sei se alguém me observava, até porque no filme, eles, os Predadores, têm a vantagem do invisível. Até que, derrepente!!!!! minha esposa gritou!!!,  vai logo Bruñel, aqui tá muito frio, e os meninos precisam tomar banho. E foi assim, voltei a realidade, e retornamos todos sãos e salvos ao chalé onde estávamos hospedados.

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